• publicado em 25.05.2011
  • 25 de maio: dia da Indústria
  • As indústrias surgiram com a Revolução Industrial, após o invento da máquina a vapor, que permitiu a mecanização dos meios de produção. A partir dessa revolução, os produtos passaram a ser fabricados em grande escala e comercializados em outras regiões, cidades, estados, países e até continentes.

    Em Votuporanga, o setor moveleiro, o que mais se destaca na região, teve sua primeira marcenaria inaugurada em 1938. Fabricava camas, mesas, urnas funerárias, balcões e prateleiras. A marcenaria era administrada por um japonês, Silvio Tanida que desapareceu na época da 2ª Guerra Mundial.

    Segundo o livro escrito pelo Sr. Américo Davanço, A História da Indústria Moveleira de Votuporanga, depois do surgimento da marcenaria, várias fábricas e comércios de móveis feitos de madeira, além de estofados e colchões se estabeleceram na cidade. Esses artigos mobiliavam tanto casas, quanto escolas e hotéis. Eram móveis produzidos por encomenda.

    As indústrias de móveis, estofados e colchões fabricados em série implantaram-se na cidade a partir de 1960, onde as máquinas eram semi ou automáticas, movidas a energia elétrica com um design moderno.

    Na década de 90 nasceram as indústrias de tubolares, ferro e plástico em toda a região Parisi, Valentim Gentil, Américo de Campos, Cosmorama e Cardoso. Essas empresas tinham equipamentos, instalações e tecnologia de ponta, pois nessa época os recursos eram mais avançados. As ferramentas de marketing, capacidade administrativa e os designs utilizados de forma a atraírem o público.

    Votuporanga começou a ter um polo fabril forte, com cerca de 150 indústrias instaladas em quatro distritos industriais na periferia do município, e outras possuíam terreno próprio. Essas indústrias eram de micro, pequeno e médio porte, com o Certificado de Qualidade ISO 9002 e maquinário com tecnologia avançada.

    Para José Carlos de Melo, presidente da Airvo/Sindimob, é importante recordar essa história para perceber a evolução que o polo sofreu e assim, continuar a lutar pelo desenvolvimento e qualidade das empresas, para honrar e seguir o trabalho dos pioneiros.

     

    Assessoria Airvo/Sindimob - Jéssica Santos