• publicado em 06.04.2011
  • Produção industrial cresce
  • 9 de 14 regiões em fevereiro, diz IBGE
  • Goiás foi o estado que apresentou o maior avanço sobre janeiro.
    Já o Paraná mostrou recuo de 10,5%.

    A produção industrial do país cresceu em nove de 14 regiões analisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), conforme levantamento divulgado nesta quarta-feira (6). No mês, considerando todos os locais, a produção das indústrias cresceu 1,9%, em relação ao mês anterior, que quase não variou, subindo apenas 0,2%.

    Esse resultado foi o mais elevado desde março de 2010, quando a produção avançara 3,5%. Na comparação com o mesmo período do ano anterior, foi verificado aumento de 6,9%. Nos últimos 12 meses, o indicador acumula alta de 8,6% e, no ano, de 4,6%.

    Os estados que apresentaram resultado acima da média nacional foram: Goiás (9,1%), Pernambuco (8,0%), Rio de Janeiro (5,1%), Amazonas (4,6%), Minas Gerais (3,4%) e Espírito Santo (2,2%). Porém, a produção industrial também registrou avanço no Ceará (1,4%), no Rio Grande do Sul (1,2%) e em São Paulo (1,1%).

    Na contramão, tiveram recuos na produção os locais: Paraná (-10,5%), Bahia (-8,8%), Pará (-2,0%), região Nordeste (-1,1%) e Santa Catarina (-0,2%).

    Sobre fevereiro de 2010


    Na comparação anual, a produção também cresceu em oito dos 14 locais pesquisados. Segundo a explicação do IBGE, esse comportamento reflete "não só uma maior produção no início do ano, como ainda o 'efeito calendário', pois, em 2011, fevereiro teve dois dias úteis a mais que em 2010".

    Nessa mesma base de comparação, os maiores destaques da produção industrial, que ficaram acima da média, de 6,9%, são: Espírito Santo (14,4%), Amazonas (11,1%), Paraná (9,4%), Minas Gerais (8,8%), Rio Grande do Sul (7,9%) e Rio de Janeiro (7,0%).

    Também registraram resultados positivos São Paulo (6,8%) e Santa Catarina (4,1%). Na outra ponta está Bahia (-15,6%), seguida por região Nordeste (-9,1%), Pernambuco (-3,4%), Goiás (-2,2%), Ceará (-1,6%) e Pará (-1,5%).

    Fonte: G1