• publicado em 01.04.2011
  • Balança comercial tem superávit
  • US$ 3,2 bilhões no 1º trimestre
  • Balança comercial brasileira acumulou superávit de US$ 1,552 bilhão em março

     

    A balança comercial brasileira acumula superávit de US$ 3,173 bilhões em 2011 até março, de acordo com dados divulgados há pouco pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No mesmo período do ano passado, a balança registrou saldo positivo de US$ 882 milhões.

    A corrente de comércio (soma das exportações e importações) chegou a US$ 99,293 bilhões, superando em 28% o total de US$ 77,578 bilhões apurado em igual período de 2010.

    Até março, as exportações totalizaram US$ 51,233 bilhões, com média diária de US$ 826,3 milhões, equivalentes a um crescimento de 28,5% ante a média de US$ 643,1 milhões registrados no mesmo período de 2010. Neste ano, as importações já chegam a US$ 48,060 bilhões, com média diária de US$ 775,2 milhões, valor 23,3% superior à média de US$ 628,7 milhões registrada em igual período do ano passado.

    Março

    A balança comercial registrou superávit de US$ 1,552 bilhão em março, de acordo com dados divulgados há pouco pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). No mês, as exportações somaram US$ 19,286 bilhões, com média diária de US$ 918,4 milhões, enquanto as importações chegaram a US$ 17,734 bilhões, com média de US$ 844,5 milhões.

    Em relação à média diária de embarques de março do ano passado, houve crescimento de 34,3%, enquanto ante fevereiro deste ano houve aumento de 9,8%. Nas importações, o valor foi 29% superior à média registrada no terceiro mês de 2010 e 8,7% maior que o apurado no mês anterior.

    No quarta semana de março, a balança comercial brasileira teve superávit de US$ 277 milhões. Entre os dias 21 e 27, as exportações totalizaram US$ 4,616 bilhões e as importações, US$ 4,339 bilhões. Na quinta semana (dias 28 a 31), houve superávit de US$ 534 milhões, com US$ 3,760 bilhões em vendas e US$ 3,226 bilhões em compras do exterior.

    Fonte: Estadão