• publicado em 25.09.2012
  • “Isto É”: Skaf comenta redução da conta
  • Revista chegou às bancas neste sábado 22/09
  • Agência Indusnet Fiesp

     

    A revista Isto É publicou na edição 2237, que chegou às bancas neste sábado (22/09), entrevista de três páginas com o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf.

    Entre os assuntos, destaque para o recente anúncio do governo: a redução de tarifas de energia elétrica, prevista para entrar em vigor no início de 2013 com percentuais variando de 16,2% a 28%.

    “Isso que aconteceu é muito positivo para o Brasil. Corrigir essa distorção é bom para 200 milhões de pessoas. Quem estava vendendo energia embutindo no preço a amortização de um investimento que já se pagou há décadas, estava cobrando por algo que não deveria estar cobrando”, afirma Skaf na conversa que teve na terça-feira (18/09) com a repórter Mariana Queiroz Barboza.

    Leia a seguir trechos da entrevista. A íntegra pode ser lida no site da Isto É.

     

    Anúncio da redução nas tarifas de energia elétrica

    “Entendo que foi uma postura correta do governo, porque a Dilma atendeu a uma reivindicação pela qual briguei durante um ano e meio. De dois anos para cá, o problema da competitividade do Brasil se agravou. Há oito anos, uma fábrica instalada nos Estados Unidos pagava o dobro do valor da energia que uma fábrica semelhante pagava no Brasil. Nesse período, a situação se inverteu. O mesmo exemplo serve para um liquidificador, uma geladeira, um chuveiro elétrico. A energia no Brasil se tornou a terceira mais cara do mundo.”

    Campanha “Energia a Preço Justo”

    (…) Vamos acompanhar daqui até o momento em que o desconto na conta de luz de fato ocorrer, o que está previsto para janeiro. Só assim vamos dar a missão como cumprida. (…) Os próximos passos da campanha pela energia barata são acompanhar os desdobramentos da medida provisória, que vai passar pelo Congresso.”

    Outras lutas

    “(…) Conseguimos que fosse vetado um inciso no plano de desonerações das folhas de pagamento, que ampliava o conceito de receita bruta.”